ARENA CHOPEBOL
O pior é que a cada ano que passa, o que já temíamos há muito tempo , pelo fato da condenação de nossa cidade à condição de estância balneária, o número do grupo da marmita aumenta cada vez mais. E se você pensar bem, alijar da prática do esporte na praia para ceder este espaço a eles, é um verdadeiro crime. Sabedores que somos da falta de campos devido ao fim de nossa várzea, a praia tornou-se um elemento vital para a prática de esportes, que afinal, para não usar de redundância, é extremamente sadio aos nossos jovens.
Portanto, como sugestão para o próximo ano, as autoridades através da Guarda Municipal e da Secretaria de Esportes deverão mais é se preocupar em preservar os limites permitidos por lei, colocando avisos e fazendo o devido isolamento da área a ser utilizada, pois eventos como este é que atraem o interesse dos turistas na ânsia de ver de perto os seus ídolos, como era antigamente.
Enfim, apesar dos pesares a partida entre o Santos F.C. e o Chopebol aconteceu sob um clima de tranqüilidade, embora eu como árbitro..... Ufa! Como foi difícil empatar o jogo.
No 1º tempo o Santos Futebol Clube comandado pelos velhinhos Gonçalo (72 anos), Clodoaldo (80), Negreiros (95), Gilberto Costa (105) e Kaneco (200), deram um verdadeiro show de bola ao lado de Sérgio Dias (veja seu lindo gol de triciclo clicando aqui), Alexandre, Marcão, Claudinei e Caju, provando mais uma vez que o que prevalece sempre é a categoria.
Já no 2º tempo, em virtude de não haver mais tempo hábil para uma nova partida ,pelo adiantado da hora, ambas as equipes decidiram substituir a maior parte de seus elencos. Em virtude disto, o time do Chopebol ficou mais remoçado, no que acabou levando vantagem. No Santos entraram Galindo, Everaldo e Aluísio para comandar os mais novos como Flávio, Serginho, Gilberto, mas não conseguiram conter a reação da molecada do Chopebol que acabou empatando o jogo. O causo mais curioso foi que a plástica do 2º gol do Chopebol foi tão bonita que achei que o Serginho não estava impedido, e validei o gol. Pressões, broncas, escândalos do Claudinei, aliás, o melhor em campo, Everaldo e Gilberto Costa que acabaram por concordar comigo em dar somente o minuto que restava. Mas, infelizmente para azar deles, o gol de empate saiu em 30 segundos.
Agora me digam: que culpa tenho eu se eles aceitaram o acordo! Mas, no fundo todos sabem que os craques estão ali para deleitar os assistentes com suas jogadas de efeito e, o que mais vale é este dia que é simplesmente o dia universal da confraternização. Feliz Ano Novo !!
Abraços do Gigi
Pronto! Não importa mais sobre o que vou discorrer daqui para frente, pois a esta altura minha mãe já está sendo lembrada. Primeiramente, o Dedão deve entender que o apelido é a forma de expressão mais carinhosa e comunicativa entre os seres que se amam. Tanto que a sua origem advém do seio da família, desde o berço. Mas, como esse apelido foi adquirido no tempo do Chopebol, sempre corríamos o risco de ficar a mercê de suas brincadeirinhas, ou melhor, das brincadeirinhas do João Grandão. Felizmente, de acordo com declaração pública de sua filha na festa de aniversário, creio que veio a nos beneficiar e devido a isso já estamos até creditando sua patente à própria família. Claro, amigo Gera, que isto tudo não passa de uma brincadeira de bom gosto, por sinal. Sabemos o quanto amigão você é. Pai de família dos mais exemplares e que faz inveja a muitos. Esposa e filhos que maravilhosamente o surpreenderam pela manifestação de amor e muito carinho na comemoração de seus sessenta anos. Portanto, considere-se um homem privilegiado pela saudação carinhosa manifestada por todos os seus amigos e parentes. Poderia gastar muitas linhas para homenageá-lo por sua personalidade política, cultural e social desenvolvida ao longo da vida, contribuindo, sobremaneira, em diversos campos de atuação, tanto no social como no desportivo de nossa cidade. Acredito que o Chopebol tenha sido um marco em sua vida. Criou entre todos um carisma e acabou por se tornar um esteio para o clube, haja vista a criação do hino do Chopebol, além de, por sua irreverência, compor uma letra de música para cada sócio. Mas quero aqui me ater tão somente à pessoa do Dedão. Bom de natação, bom de pedestrianismo, bom de voleibol, mas no futebol adquiriu os 100% do DNA da mamãe Lucinda. Aliás, aproveito o ensejo para contar um “causo” seu. Certa vez, eu e Mauro Lúcio assistíamos a uma partida de futevôlei, prática esta que se desenrolava antes do futebol, quando que por surpresa notamos que Geraldinho estava tentando a todo custo, com seu magnífico dedão, devolver uma jogada da qual resultou em total insucesso já que o futevôlei exige extrema habilidade. Terminada a brincadeira chamamos o Geraldo e perguntamos, encafifados: “Afinal, Gera... O que você fez na sua infância? E mesmo antes de sua resposta, ali se encontravam os sarcásticos Helio Agostinho e Walter Tavares que responderam de pronto: “É que a mamãe o vestia de calças curtas e meias soquetes, e com um puçá o colocava para apanhar borboletas no quintal”. 






























































































